terça-feira, 19 de novembro de 2013

Telha “gringa” traz vantagens


Shingle é um tipo de telhado mais comum fora do país, mas vem ganhando espaço no Brasil pela qualidade e durabilidade. Além de garantir cobertura e segurança, o telhado é um dos principais elementos que definem o estilo do imóvel. No Brasil, o mercado se acostumou às telhas de cerâmica ou fibrocimento, mas ultimamente outro produto começa a fazer sucesso por aqui – inclusive porque traz mais flexibilidade à estética da construção. As telhas de manta asfáltica, conhecidas como shingle, têm conquistado cada vez mais usuários.

Embora sejam mais caras, elas propiciam boa vedação, durabilidade e têm baixo custo de manutenção. As telhas shingle são bonitas e duradouras, com certificado de garantia de 30 anos. O produto não mancha e garante boa estanqueidade. No entanto, custa mais caro.

O metro quadrado da telha shingle instalado pode ser encontrado a partir de R$ 80/m². A estimativa de preço das telhas comuns de cerâmica gira em torno de R$ 20 a R$ 27 por metro quadrado. A mão de obra para instalação varia entre R$ 35 e R$ 60 por metro quadrado.

O preço ainda é determinante. Embora uma telha mais duradoura e com vedação melhor possa refletir em economia de energia elétrica no uso do imóvel, no momento da obra quem está construindo acaba escolhendo outro material. Entretanto, como são de manta asfáltica, elas aceitam inclinação íngreme ou curvatura no telhado. Isso facilita para fazer projetos moldáveis e diferentes. Telhados com muitos recortes e vários detalhes também podem ser feitos com esse tipo de telha.

fonte: GazetodoPovo 

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Casas feitas de contêineres

Pouca gente sabe que contêineres marítimos têm uma vida útil de 10 a 15 anos. Depois disso, não servem mais para o transporte de cargas em navios e devem ser descartados. Até pouco tempo, as peças em aço costumavam ser totalmente inutilizadas, mas nos últimos anos os caixotes metálicos vêm sendo resgatados por arquitetos, engenheiros e projetistas para fazer casas e imóveis comerciais.

É um jeito rápido de construir – e até 30% mais barato do que o sistema tradicional de alvenaria.

Mesmo após 15 anos de uso, a estrutura do contêiner permanece resistente. Basta readequá-lo para uso imobiliário. Em projetos residenciais, é imprescindível o uso complementar de materiais que garantam conforto termoacústico. Placas internas garantem o isolamento. A estrutura permite aberturas para portas e janelas convencionais. O contêiner recebe pintura e outros acabamentos convencionais.

Entre os diversos motivos a favor dos uso contêineres para construções, um dos principais é a sustentabilidade. Recicladas, as peças que seriam descartadas como lixo servem a um novo - e duradouro - propósito. Além disso, trata-se de uma construção rápida e limpa.

A obra praticamente não gera resíduos nem desperdício, e exige pouca mão de obra. Veja algumas destas moradias:








quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Casa com dois dormitórios. Gesso, porcelanato e alumínio.



Casa com dois dormitórios, sala, cozinha, banheiro e área de serviço. Forro em gesso, piso em porcelanato, azulejos nas paredes da cozinha e banheiro, telhas de concreto, aberturas de alumínio. Área construída: 53,30 m². Preço: R$ 125.000.
Vila Rio Tigre – Erechim/RS.

 * Preço básico como referência relativo ao mês de outubro/2013,  podendo ser corrigido pela variação do INCC. ** Ref.: C25. *** Detalhes: 54 9927 6845.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Pinus prontos para corte. 3km do asfalto

9 alqueires de pinus prontos para corte. 3Km do asfalto.
Preço: R$ 600.000*. Três Arroios/RS.

* Preço básico como referência relativo ao mês de outubro/2013, podendo ser corrigido pela variação do INCC. ** Ref.: 267. *** Detalhes: 54 9927 6845.

Seguro é obrigatório no financiamento

Toda vez que um contrato de financiamento é assinado, nasce uma relação entre o mutuário e a empresa que oferece o serviço de seguro habitacional. Esse tipo de seguro é obrigatório e difere do seguro residencial.

A modalidade obrigatória nos contratos de financiamento serve para cobrir a dívida em casos de morte ou invalidez do mutuário e também quando há dano físico ao imóvel. Vale para contratos que ocorrem dentro ou fora do Sistema Financeiro Habitacional.

A cobertura do imóvel abrange risco de incêndio, queda de raio, explosão, inundação, alagamento, destelhamento, desmoronamento total e parcial. A indenização é do valor necessário para a reposição dos prejuízos e o imóvel tem de ser devolvido em condições similares às de antes do sinistro, caso este esteja previsto na apólice.

O seguro habitacional vale enquanto o financiamento está sendo pago. Na hora de fechar o negócio, as instituições bancárias costumam sugerir duas ou mais seguradoras, mas vale lembrar que consumidor tem direito à escolha da prestadora do serviço.

Os bancos costumam atrelar taxas mais vantajosas à escolha da seguradora que indicam, mas a escolha é livre, em tese o seguro é bom para as duas partes: para o banco, que terá o valor quitado, e para o usuário, que será ressarcido em caso de problemas.

Na prática, porém, os processos que envolvem indenização do seguro habitacional são demorados e, muitas vezes, o mutuário desiste de usá-lo, principalmente em casos de dano ao imóvel. Existe a apólice, mas muita gente acaba remendando os problemas por conta própria e não aciona a seguradora, ou porque vai demorar ou porque esquece que tem esse direito.

fonte: GazetodoPovo